GAROTAS DAGGERS ® # amo muito ser dagger #

CONTATO - Mande um e-mail com dicas, dúvidas, críticas, opinião, sugestão de pauta ou suborno -

:: Garotas Daggers não chutam a bola mas prometem chutar o balde. Irritando, tirando o sono e a paciência de muita gente. Elas não perdoam e prometem falar a verdade, nua e crua, doa a quem doer. Homens, mulheres, festas, atitudes e comportamento. Muita polêmica no ar. ::

Free Hit Counters







VEM AÍ: JA RULE AO VIVO EM PORTO ALEGRE


OLHA O CARA AÍ MANDANDO UM SALVE PRA GALERA DE PORTO












AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER




AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER











AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER





PARTICIPE DA COMUNIDADE GAROTAS DAGGERS





AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER






















[::..PASSA LÁ..::]
:: VIAJADAS [>]
:: SOUL SURFER[>]
:: ANNE MAKE UP [>]
:: MANUAL DA BONECA [>]
:: LULI ROSA [>]
:: LOTS OF THOUGHTS [>]































ETERNAMENTE DAGGERS







Cada geração tem a Marilyn Monroe que merece



AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER
AMO MUITO SER DAGGER































































































































:: Quinta-feira, Julho 3 ::
Mais uma da série: DECADÊNCIA.

As GD já falaram aqui sobre decadência e que realmente ela é inevitável, um dia chega pra todo mundo, mais cedo ou mais tarde (menos pras gd, é claro!).
Aqui em Porto Alegre então, nem se fala. O que mais tem são pessoas em plena decadência, mas a gente evita citar nomes, porque além de educadas, nos não gostamos de ver ninguém magoada por ai.

Mas a mais nova decadência do momento, está hoje em todos os veículos de comunicação, e a gente não podia deixar de dizer: sim! Ronaldinho, que decadência hein, meu filho!


Jesusssss, quando eu vi essa foto, confesso que fiquei chocada, mas já era de se esperar. Agora me diz: o que leva uma pessoa a andar de cueca, com aquela pança e um cigarrinho na mão assim????? Aposto que mais chocado que nós, ficou o presidente do Milan. Circular em um iate com uma cueca Calvin (Klein) e um cigarro na mão não era exatamente o que os médicos do clube italiano tinham em mente.


E por falar em decadência, ela também faz aniversário. Essa semana o programa das LOIRAS QUE BALAÇAM,o studio pampa, completou 1 ano!!! Genteeeee, douuuzeee meses de mico na tv. Garra meninas! Realmente fazer esse papelão merece o nosso reconhecimento! PARABÉNS.



Comments: 0012

:: 10:26 AM



_____________________________________________________________________________________________

:: Quarta-feira, Julho 2 ::
Mais uma da série: As mulheres de 30
By Mário Prata


O que mais as espanta é que, de repente, elas percebem que já são balzaquianas. Mas poucas balzacas leram A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos. Olhe o que ele diz:

'Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer.'

Madame Bovary, outra francesa trintona, era tão maravilhosa que seu criador chegou a dizer diante dos tribunais: 'Madame Bovary c'est moi'. E a Marilyn Monroe, que fez tudo aquilo entre 30 e 40?

Mas voltemos a nossa mulher de 30, a brasileira-tropicana, aquela que podemos encontrar na frente das escolas pegando os filhos ou num balcão de bar bebendo um chope sozinha. Sim, a mulher de 30 bebe. A mulher de 30 é morena. Quando resolve fazer a besteira de tingir os cabelos de amarelo-hebe passa, automaticamente, a ter 40. E o que mais encanta nas de 30 é que parece que nunca vão perder aquele jeitinho que trouxeram dos 20. Mas, para isso, como elas se preocupam com a barriguinha!

A mulher de 30 está para se separar. Ou já se separou. São raras as mulheres que passam por esta faixa sem terminar um casamento. Em compensação, ainda antes dos 40 elas arrumam o segundo e definitivo.
A grande maioria tem dois filhos. Geralmente um casal. As que ainda não tiveram filhos se tornam um perigo, quando estão ali pelos 35. Periga pegarem o primeiro quarentão que encontrarem pela frente. Elas querem casar.

Elas talvez não saibam, mas são as mais bonitas das mulheres.
Acho até que a idade mínima para concurso de miss deveria ser 30 anos. Desfilam como gazelas, embora eu nunca tenha visto uma (gazela). Sorriem e nos olham com uns olhos claros. Já notou que elas têm olhos claros? E as que usam uns cabelos longos e ondulados e ficam a todo momento jogando as melenas para trás? É de matar

O problema com esta faixa de idade é achar uma que não esteja terminando alguma tese ou TCC. E eu pergunto: existe algo mais excitante do que uma médica de 32 anos, toda de branco, com o estetoscópio balançando no decote de seu jaleco diante daqueles hirtos seios? E mulher de 30 guiando jipe? Covardia.

A mulher de 30 ainda não fez plástica. Não precisa. Está com tudo em cima.
Ela, ao contrário das de 20, nunca ficou. Quando resolve, vai pra valer. Faz sexo como se fosse a última vez. A mulher de 30 morde, grita, sua como ninguém. Não finge. Mata o homem, tenha ele 20 ou 50. E o hálito, então? É fresco. E os pelinhos nas costas, lá pra baixo, que mais parecem pele de pêssego, como diria o Machado se referindo a Helena, que, infelizmente, nunca chegou aos 30?

Mas o que mais me encanta nas mulheres de 30 é a independência. Moram sozinhas e suas casas têm ainda um frescor das de 20 e a maturidade das de 40. Adoram flores e um cachorrinho pequeno. Curtem janelas abertas. Elas sabem escolher um travesseiro. E amam quem querem, à hora que querem e onde querem. E o mais importante: do jeito que desejam.

São fortes as mulheres de 30. E não têm pressa pra nada. Sabem aonde vão chegar. E sempre chegam.
Chegam lá atrás, no Balzac: 'A mulher de 30 anos satisfaz tudo'.

Ponto. Pra elas.



Comments: 0012

:: 9:52 PM



_____________________________________________________________________________________________

:: Segunda-feira, Junho 30 ::
ESTA DAGGER TEM MANUAL

Gosto de gente com defeito de fabricação. Gente muito certinha do começo ao fim me cansa!
Gosto de gente que não mede conseqüencias para conseguir o que quer (desde que não prejudique ninguém). Gosto de gente que não usa relógio, nem pente.
Gosto de gente que não tem Orkut.

Gosto de gente que usa perfume caro e havaianas no pé.
Gente que mete o dedo no merengue e onde mais entender sem dar maiores explicações. Odeio gente que dá muitas explicações (quem dá explicação é porteiro).

Gosto de gente que lê.

Leonina, gosto de gente que me lê, ora bolas! Gosto de quem gosta de MPB. Não gosto de quem não sabe do que não gosta!

Gente indecisa me irrita! Sagacidade sempre acima de tudo!
Decisões rápidas. Agilidade. Correr o risco. Dar a cara pra bater. Pular ou não pular, não é a questão. Ou pula, ou não pula!!!!!

Gente que tenta agradar sempre e se desagrada o tempo todo me mete medo.
Gosto de gente que dá presente, manda flores, leva pra viajar, beijo e bombom sem motivo aparente ou data marcada. Gente que conversa consigo mesma enquanto caminha na rua, gente que ri de si.

Gosto de gente que trata bem outras gentes como garçons, empregados, porteiros, balconistas e taxistas. Gente que diz 'por favor, saúde e obrigado'.

Não gosto de gente humilde! Para mim a humildade é a maior vaidade que o ser humano pode ter.

Gente homem que não abre a porta do carro, não paga a conta e não retorna as ligações, merece um pé na bunda.
Gente mulher que não respeita o espaço alheio, que fala alto demais, usa perfume muito doce, usa franjinha, sandalia-bota, que devora milhões de livros de auto-ajuda, também merece um pezão.

Gosto de quem gostava de caverna do Dragão.

Gosto de gente que gosta da vida que tem.

Não gosto de gente insatisfeita, burra que se acha inteligente, então, nem pensar!
Gosto de gente que declara seus afetos sem rodeios: te amo, te adoro, te odeio, te quero, te preciso, te etc.

Gosto de gente que não gosta de poesia vazia, batida e barata.
Gosto de gente ousada, com atitude, DAGGER.
Gosto de gente que gosta de botecos.

Gosto de gente que se permite ser gostada.
Gosto de gente inteligente que sabe que para receber, deve primeiro dar.
Gosto de gente que entende que tudo que chega, chega sempre por alguma razão.

Gosto de gente que tem a mesma teoria que eu: que os erros são as únicas coisas originais que fazemos.

Gosto de gente que está buscando o que nem sabe o que é mas continua buscando. Gente que muda de idéia. Gente que admite erros e pede desculpas. Gente que acima de qualquer coisa se esforça para ser pessoa.

Gosto de gente como a gente.
Gosto das minhas amigas Daggers!

AMO MUITO SER DAGGER.


Comments: 0012

:: 1:28 PM



_____________________________________________________________________________________________

:: Sexta-feira, Junho 27 ::
DICA DE QUEM?

Pra quem estiver afim de saber algumas dicas bacanas de restaurantes, hotéis e passeios aqui de Porto Alegre, da Serra, Buenos Aires e Uruguay, clica ai:

www.viajadas.blogspot.com
The Family Souza´s blog.




Comments: 0012

:: 9:47 PM



_____________________________________________________________________________________________

Eu não sou cachorro não
By Tati B.
Texto em homenagem a nossa Dagger Karol. TE LIBERTA DAGGER.


Se meu coração não se emociona mais, fiquei me perguntando o que eu estava fazendo ali. Se não sonho mais, não planejo mais, não desejo mais, não espero mais nada, o que eu estava fazendo ali?

Não te amo mais, queria dizer a ele, pela primeira vez, sem esperar que ele sofresse com isso. Sempre quis que ele sofresse com o dia em que eu não o amasse mais. Mas justamente porque eu não o amo mais, nem quero mais que ele sofra. Aliás, não quero mais nada. Só ir embora. Eu só queria ir embora. Então, por que eu simplesmente não ia embora? Por que eu continuava obedecendo os comandos do meu ex-dono, sendo que ele não é mais dono nem do meu dedinho do pé que tem a unha mais curta?

Claro que sobrou um carinho, uma amizade, uma graça. O mesmo que tenho pelo resto da humanidade que julgo digno de alguns minutos do meu tempo. Mas tudo aquilo, meu Deus, tudo aquilo que era maior do que eu mesma, maior do que o mundo, que me soterrava, que me transportava pra outra realidade, que fazia meu corpo inteiro doer tanto de tanto sangue inchado que passava por ele, tudo aquilo, nossa, acabou. Já era. Então, por quê? Porque eu não dizia simplesmente que tinha ido lá rapidinho pra saber como estavam as coisas, coisas que amigos fazem, e vazava? Por que raios eu não ia embora?

Quero namorar esse homem? Não. Quero casar, ter filhos, envelhecer ao lado dele? Não mais. Nunca mais. Quero transar com ele, ainda que daquele jeito errado em que minha solidão procura um abraço e a solidão dele procura uma sacanagem? Não. Nem a pau. Quero reviver uma memória pra me sentir viva, emprestar uma alegria pura do passado? Não, tô fora de continuar sempre no mesmo lugar, me roubando minhas próprias histórias.

Quero lamentar a falta de um beijo inteiro, um abraço de verdade, um carinho sem medo e uma atenção entregue sem nenhum egoísmo? Não. Não quero mais mudar ou fantasiar ninguém. Deixa o mundo ser como é. Deixa ele ser como ele é.

O que eu queria, que era jogar uma conversa fora com uma pessoa que me conhece tão bem e que eu conheço tão bem e essas coisas, eu já tinha conseguido. Matar o tempo, rir da alma. E só. Coisa de no máximo uma hora, ou duas se eu pudesse beber vinho. Eu já podia ir embora. Mas não conseguia. Por quê?

Quando ele finalmente parou de falar e querer coisas como uma criança de cinco anos que ta pouco se lixando se você tem ou não como lhe dar aquelas coisas e se lhe dar aquelas coisas vai ou não complicar sua vida, o silêncio me contou um segredo que há muito tempo eu já desconfiava: a mente é burra.

Minha mente é burra. Quando minha mãe grita, mesmo ela sendo uma senhorinha fofa e eu tendo o dobro do tamanho dela, sinto um medo absurdo, como se eu ainda fosse aquele menininha de maria-chiquinha. É o sininho do Pavlov, que fazia o cachorro babar por comida mesmo que não estivesse mais com fome. A mente é automática, viciada, comandada, acostumada, burra.

Quando entro no avião pra ir pro Rio de Janeiro, mesmo eu tendo quase trinta anos nas costas e milhas de graça pra ir pra Nova Zelândia de tanto que já fui ao Rio, minha mente está congelada na menina de maria-chiquinha, que tinha medo de ficar longe da mãe, ainda que morresse de medo dos gritos dela. E de novo sinto um medo filho da puta.

E é por isso que quando ele, a pessoa que eu mais amei no mundo pois amei sem os bloqueios e sem a amargura que veio depois de tanto amor, me pede pra ficar, eu fico. Se alguma química idiota do meu cérebro obedeceu aquela voz por anos, por que haveria de parar de obedecer agora só porque o resto todo do corpo já não sente mais nada?

Mas ontem, quando finalmente peguei minha bolsa e fui embora e senti um alivio imenso de sair dali, eu combinei com a minha mente que ela não manda mais porra nenhuma. Chega de ser comandada pela parte mais “xucra” e sem alma da minha existência. Chega.

Quem manda aqui é o mesmo peito que me jogou pra fora daquela casa e daquela situação que sempre só me fez tanto mal e só me levou coisas tão bonitas.
Não quero mais as minhas repetições seguras e infelizes. Ainda que encarar um coração vazio seja mais assustador do que mãe brava, cidades estranhas e amores eternos que acabam.



Comments: 0012

:: 12:21 PM



_____________________________________________________________________________________________

ENQUANTO ISSO NAS ILHAS CAYMAS...

É meu povo, não é fácil a vida da nossa correspondente Gabz Dagger... Enquanto a gente amarga um inverninho rigoroso por aqui, a moçoila está curtindo a vida que pediu a Deus. Obrigada Senhor!



A Ilha está adesivada. Nossa correspondente colou adesivos Dagger por toda Ilha.
AS ILHAS CAYMAS É DAGGER!!!
Alguém traduz o blog, por favor???!!!




Comments: 0012

:: 11:55 AM



_____________________________________________________________________________________________

:: Quarta-feira, Junho 25 ::
POR UMA VIDA MAIS DAGGER


E mais prátika. Com homens “muita pratikas” do lado, nem que seja para ficarmos horas conversando e rindo das cafonices do mundo. E com sentimentos não sendo tratados de maneira fast-food. Uma vida mais Dagger pela tentativa de compreensão. Contra a falta de passionalidade. O mestre Duda Tedesco disse que a felicidade é uma busca neo liberal e ele deve ter razão. Escolha seu lado. Tenha lado. Não fique em cima do muro. Não dê ouvidos aos que “os outros” pensam. Não deixe de fazer nada achando “isso ou aquilo”. Não acredite em tudo que te falam. Creia e siga seu coração. Corra o mundo, nem que seja para fugir de algum PP do passado. Tenha amor irrestrito pelos animais de estimação. Seja a favor do direito de ser você mesmo em todas as horas do dia. De saber que Dagger é um estado de espírito. Contra a frase "ah, normal". Pelo fim da palavra desencana. Pelo fim da ridícula frase “te cuida”. A favor dos emails bem escritos e das mensagens na hora certa. A favor da azaração, da fubangagem, da ceva no Ossip as segundas-feiras e do amor quando ele acontece. A favor de ligar no dia seguinte. Pelo fim dos joguinhos de amor.

E irrestritamente a favor dos amigos certos.
AMAMOS MUITO SER DAGGERS.




Comments: 0012

:: 11:09 PM



_____________________________________________________________________________________________

:: Quarta-feira, Junho 18 ::
TRASH


Gente, vocês já assistiram aquele programa da TV Pampa, chamado Studio Pampa???? Nossa, eu tô há horas para falar dele. Diz aí quem já assistiu: Não é a coisa mais TRASHHHHHH da televisão atualmente?

Para quem estava órfão desse tipo de programação trash, agora não pode reclamar. O Studio Pampa dá um novo sentido ao termo trash. São várias loiras, todas ex-alguma coisa e beirando a casa dos 40. Mas vestem-se como se tivessem 15 e falam como se tivessem 10. Só se salva a tal de Ana Paula Quinot, que até é bonita. Quando não abre a boca.

Para completar o time, um baixinho de maneiras afetadas, que se diz conhecedor de moda e faz um dublê de Ronaldo Esper, dando “tesouradas” enquanto mostra fotos de celebridades. Tesouradas literalmente, já que ele porta uma grande tesoura de madeira.

O programa segue um cronograma impagável. Primeiro Jones (o baixinho) faz o “desfile das panteras”, onde todas as loiras desfilam ao som de algum hit da Jovem Pan.

Depois vem a sessão “fofocas que estão na Internet há uma semana”, as tesouradas, desfile de lingeries e, para finalizar, alguma banda de bailão que toca várias músicas em playback, enquanto todos dançam. Ah, e tem a musiquinha do programa e um loira chamada de Pampacat que fica se balnçando e mostrando a bunda o tempo todo. A moça em questão até que é bonita e eu não consigo entender porque ela se submete a esse papelão.

Aquela outra loirinha que era modelo nos anos 90 - e hoje tá mais pra aerovelha - Leticia Gesswein também é uma das apresentadoras que balançam. Lembro que ela tinha um programa legal no canal 20, o Transit, e vai saber porque se convenceu a pagar esse mico.

Antes que eu esqueça, tem ainda a “Ariska Mel”, que ficou famosa quando participava de um quadro de meteorologia e humor da RBS TV. Você entendeu, meteorologia e humor.

Hoje, além de participar do Pampa Show, ela faz teatro e participa de campanhas publicitárias do Cachorro do Bigode.

Un fuking believable.

Mas está ai uma boa pedida para dar umas risadas.






Comments: 0012

:: 10:28 PM



_____________________________________________________________________________________________

:: Terça-feira, Junho 10 ::
Vinte e nove

Todo mundo é um pouco torto, me falou um amigo quando viu que eu estava certa: meu umbigo deveria ser mesmo mais para a direita. O que me incomoda agora, que eu vou fazer trinta anos, não é exatamente o fato de eu ser um pouco torta como todo mundo, mas o fato de eu ter descoberto que era tudo mentira. Era mentira que a vida se resolve aos trinta. Com vinte anos a gente acha que tudo vai se resolver aos trinta: nosso corpo, nossa auto-estima, nossa conta bancaria, nosso peito vazio, nossa vida amorosa.

Mas eu continuo torta e se bobear a coisa só piorou. Pior: minha ficha caiu e tenho certeza que não estarei menos torta aos quarenta. Não existe a grande e absoluta transformação. E aos trinta, em plena grande e absoluta transformação, você descobre isso.

Todo mundo é um pouco torto, penso enquanto tomo banho e decido não ir nem a pau até a Cidade Baixa. Ando mais do que meio torta, cheia de dor nos ombros e prefiro mais é curtir a novela esticada no meu sofá.

O que eu vou fazer lá? Me certificar pela milésima vez que odeio ficar de pé na calçada do Ossip e odeio esse clima de paquera “olá rapazes, vim até aqui para vocês compararem a minha bunda com aquela idiota marombada de dezenove e me dar nota quatro”. Tô fora. Não li esse monte de livros e não repensei zilhões de vezes a minha existência para ser reduzida a isso. Ser comparada à mulher melancia.

Aí uma voz chata pra cacete grita dentro de mim: você vai sim, sua velhota encalhada.
Que ficar esparramada no sofá que nada. Novela? Enquanto o mundo faz sexo você vai assistir novela? Vou. Vou sim. Porque to me lixando pro mundo que faz sexo. 90% desse mundo têm ejaculação precoce e os outros 10% não vão te ligar no dia seguinte. Vou ver novela. Tá decidido. Uma preguiça em arrumar homem. Novela pelo menos avisa “é a última semana!”. Homem some no auge da primeira.

Aí eu saio do banho, super decidida a não ir à Cidade Baixa e...é, eu sofro em colocar um pijama em plenas oito horas da noite. Cedo, né? Como é que eu vou casar desse jeito? Não vou. Esse papo de que homem bom você conhece de dia. Sei não. Quem é que vai me abordar no supermercado e dizer “Chuchu? Que legal! Eu também adoro eles!”. Não rola. E no trabalho? Não rola. Na época que eu trabalhava na noite passei o rodo mas agora, escritora, quem é que eu vou pegar se trabalho sozinha em casa? E tem outra também: passar o rodo combina com vinte anos. Com trinta você começa a chorar quando vê mulher grávida. Chorar em casamento. E, principalmente, chorar porque ainda não casou e nem está grávida.

Ok. Então eu vou. Vai que. Vai que hoje conheço alguém legal. Tudo bem que nos últimos quinze anos de balada (comecei com catorze) nunca conheci. E olha que na adolescência qualquer coisa não gorda e cheirosa tava valendo. Mas vai que. Não?

Não! Não, Dagger. Pensa bem. Olha sua caminha lá. Te esperando. Seus livros. O creminho de fazer massagem nos pés. Pra que voltar fedendo cigarro? Pra que ver gente que se odeia fazendo uma coisa que só as pessoas que se amam muito deveriam fazer juntas: tentar ser feliz. Um bando de gente perdida, saindo pelas ruas feito baratas no calor. Em busca de alguma coisa. Mas que coisa, gente? Marido é que não é. Ou é?

O que mais me dói é lembrar que eu tinha certeza que já estaria fora dessa vida com trinta anos. Com trinta anos? Eu pensava. Já vou estar ao lado do amor da minha vida. Pintando o quarto de salmão, que acalmando o bebê. Rica. Bem resolvida. Cozinhando. Sem medo que minha mãe morra. Com a voz firme. E a bunda também. Com trinta anos eu vou ter um carrão. E uma casa fashion com vista para árvores. E vou ajudar crianças carentes. E vou ter cara, roupas e postura de mulher. Afinal, são trinta anos.

Nada disso. Nada. Eu ainda me pego, vez ou outra, fazendo a combinação bizarramente juvenil de blusinha decotada, barriga de fora com jeans apertado. Eu não sei onde é a minha casa. Porque eu tenho um ap alugado, que é onde eu moro, eu tenho um ap alugado, que é onde eu trabalho e eu tenho um ap que não é alugado, mas é da minha mãe. Eu não sei ligar uma máquina de lavar sem ligar antes para a minha mãe. Eu não sei cozinhar quase nada sem antes ligar para a minha mãe. E, pela quantidade de vezes que eu falei na minha mãe só nesse parágrafo, já deu pra perceber que ainda faço terapia de medo que ela morra. O que um ser com idade mental de doze anos vai fazer num mundo sem mãe?

Mas eu não vou no Ossip. Tá decidido. Eu não bebo, eu não fumo, eu não faço sexo com idiotas (decidi isso faz pouco tempo, depois de praticamente ter ganhado carteirinha do clube “eu dou para idiotas”) e eu tenho pavor de peles desconhecidas esbarrando em mim. Pavor. Eu não vou.

Bebida pra mim é vinho, bem acompanhada. Restaurante chique. Ar condicionado. Boa música. Nesse quesito pareço alguém que vai fazer trinta anos. Ossip é para quem tem vinte. Vinho a dois para quem tem trinta. Mas esse é justamente o problema. Entendem? Eu não tenho, nesse momento, ninguém para dividir comigo as maravilhas de se ter trinta. Então, acabo me perguntando: será que eu não deveria ir à Cidade Baixa?


Comments: 0012

:: 12:39 PM



_____________________________________________________________________________________________

A vida não é Sex and the city


Devo dizer que não vi. Mas também preciso dizer que não gostei muito. E podem me chamar de mal humorada se quiserem. Mas tenham paciência. Tentem me entender, please.

Eu não aguento mais ouvir falar da Carrie, a estranha, e suas amigas. Sim, o seriado era legal. Mas ele causou um mal imenso para o mundo. Isso porque umas meninas (muitas, em toda parte um pouco endinheirada dele) começaram a achar que a vida é Sex and The City. E não, não é. A gente não mora em Nova York, a vida não é um mar de cosmopolitans, não temos tanto dinheiro para comprar tantas roupas e não fazemos tanto sexo.

Em outras palavras, a vida é bem legal e divertida, mas não é assim tão glamourosa. E isso é ótimo. O problema, repito, não é a Estranha em si. Mas as pessoas acharem que aquilo é um modelo de vida. Enquanto escrevo, elas, as meninas SaC, vagam por aí brincando de Sex and The City.

Tudo tinha acalmado com o fim do seriado. Mas agora a histeria pode voltar com o filme. Ai. As roupas que elas usam! E o vestido de casamento da Carrie com o yuppie patético que é o Mr. Big? Sono.

É só um filme. Eu sei. E apenas gostaria que todas as garotas pensassem nisso. Melhor desligar a TV_ ou o projetor de cinema_ e viver de verdade. Não é, não?
(Nina Lemos)




Comments: 0012

:: 12:33 PM



_____________________________________________________________________________________________

:: Quarta-feira, Junho 4 ::

DAGGER NÃO PÁRA. DÁ UM TEMPO !




Comments: 0012

:: 10:07 PM



_____________________________________________________________________________________________